AnimalhealthEurope saúda as conclusões do Conselho Europeu sobre Estratégia do Prado para o Prato


Destaque para a importância da saúde animal e seu papel fundamental na implementação desta estratégia

A AnimalhealthEurope, da qual a Associação Portuguesa da Indústria Farmacêutica de Medicamentos Veterinários (APIFVET) faz parte, recebeu inúmeras menções no último Conselho Europeu, que decorreu no passado dia 19 de outubro, nomeadamente, nas conclusões que destacam a importância da saúde animal e seu papel fundamental na implementação da Estratégia do Prado para o Prato da UE. A indústria da saúde animal na Europa agradeceu também o apoio dos Estados-Membros, apelando à realização de avaliações de impacto exaustivas.

Roxane Feller, Secretário-Geral da AnimalhealthEurope disse, em nome da indústria: “Saudamos em particular a ênfase dada pelos Estados-Membros de que a saúde e o bem-estar animal são uma pré-condição para a produção animal sustentável, e que a saúde animal é um condição prévia para reduzir a necessidade de uso de antimicrobianos. Apoiamos o reconhecimento de que a pesquisa e a inovação estão incluídas nos meios para alcançar sistemas alimentares sustentáveis e apreciamos menções que promovam os Sistemas de Conhecimento e Inovação Agrícola, envolvendo todos os atores da cadeia alimentar e partes interessadas relevantes”.

“Também apoiamos plenamente os apelos para a promoção contínua do uso responsável de antimicrobianos, com vista a preservar a sua eficácia no tratamento de infeções em humanos e animais, com base nos esforços substanciais feitos pelo nosso setor. Para objetivos, como a redução de 50% nas vendas de antimicrobianos sem qualquer prejuízo para a saúde e o bem-estar dos animais e a viabilidade da agricultura nos variados sistemas agrícolas da Europa, é importante que a Comissão Europeia conduza avaliações de impacto abrangentes das várias metas para a agricultura da UE estabelecidas nas estratégias do Prado para o Prato e de biodiversidade antes de serem tomadas novas decisões políticas ou regulamentares, incluindo a forma como os pontos de partida e o progresso nessas metas serão definidos e medidos. As metas devem ser coerentes e consistentes em todas as iniciativas do’ European Green Deal’, mas igualmente realistas e alcançáveis. As metas devem ser baseadas nos avanços mais recentes e em casos de sucesso existentes, testados e avaliados, e devem ter em conta as diferenças regionais e de espécies ”, concluiu.

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